31 de out de 2010

A arte de comentar nos blogs

Quando criamos um blog, pensamos em vários aspectos, mas muita vezes nos esquecermos de exercitar algumas regrinhas de boa convivência e isto acaba por gerar algumas saias justas. Para melhorar a comunicação e ajudar as blogueiras a interagiram da melhor forma possível, a  Eli simplesmente eli e a Flávia Shiroma compartilhando idéias com uma mulher..., tiveram a idéia de criar o selinho Blogueira educada.
Adicionar legenda
Quem quiser participar, são só duas regras básicas para não dar trabalho:

1. Dedicar uma postagem sobre a idéia desta campanha, oferecendo às suas seguidoras este selinho fixo.
2. Informar sobre o link da postagem "A Arte de Comentar nos Blogs": http://flaviashiroma.blogspot.com/2010/10/porque-seus-comentarios-nao-sao.html
  
 Uma das mágicas da internet é a possibilidade de uma pessoa comum conseguir conquistar fama sem ser artista. Através dos sites de relacionamento é possível conquistar uma legião de fãs, sem fazer um único show ou se apresentar na televisão.
Graças a isto, mais e mais pessoas se conectam no mundo virtual e os que desejam alcançar algum status, não medem esforços para alcançar um grande número de "amigos" ou seguidores.
A proposta deste blog nunca foi ter um número grandioso e aparecer bem na foto, por isso, me reservo o direito de seguir blogs que realmente tenham contéudos do meu interesse que são: comportamento, cotidiano, relacionamentos e afins.
Falando com sinceridade, blogs voltados apenas para o universo da moda e da beleza não me chamam muito a atenção pois pouco tenho a contribuir nesta área rsrsrsrs. 
Parando de enrolação, o que quero dizer é que a arte de comentar nos blogs fica muito mais fácil quando seguimos blogs do nosso  real interesse, respeitamos a idéia do próximo e retribuímos o carinho com que somos tratados.
Sem pedir e sem exigir nada em troca. Apenas pelo prazer de trocar idéias.

Leitura associada:
 Seguidor invisível
 
   

29 de out de 2010

Seguidor invisível


Tente imaginar a seguinte situação: você sai de casa todos os dias para trabalhar, encontra o seu vizinho varrendo a calçada e o cumprimenta com um sorridente bom-dia. O vizinho finge que não te vê, continua varrendo a calçada e mesmo assim você continua repetindo o gesto sempre que o encontra.
Agora imaginem outra situação: você segue um blog, a pessoa também te segue e sempre que ela atualiza a postagem, você lê e deixa um comentário. Mas quando o contrário não acontece, como você sente?
Assim como na rua ou prédio em que moramos temos vizinhos mais e menos chegados, na blogesfera não é diferente. Na nossa rua, temos vizinhos em que somos próximos  e conversamos sobre vários assuntos e aqueles que apenas acenamos com educação quando passamos.
E na blogesfera também não é assim? Seguimos e somos seguidos por vários blogs, mais existem uns que nos agradam mais que outros, quer seja pelo conteúdo ou pela identificação com o dono. Nesses, fazemos questão de prestigiar, não passa uma atualização sem fazermos um comentário e nos consideramos verdadeiros amigos do blogueiro ou blogueira em questão.
Como unanimidade não existe e o tempo para se dedicar aos blogs muita vezes é curto , acabamos selecionando alguns blogs e nos esquecemos completamente dos outros, mesmo que a pessoa seja seu fiel seguidor, para você ele se torna um seguidor invisível, já que o canal de comunicação se tornou unilateral.
Como Somos responsáveis pelo que cativamos - Pequeno Príncipe – por que não tentar dar mais um pouquinho de atenção para os seguidores que conquistamos?  Sei que a correria do dia a dia impossibilita visitas constantes, mas retribuir um comentário ou uma visita, mesmo que só de vez em quando, faz bem em qualquer ambiente social.


27 de out de 2010

Achado não é roubado!?

Na tarde da segunda-feira, meu marido voltava do trabalho de ônibus e encontrou um celular no banco. De comum acordo, decidimos entregar o celular e esperar o dono do aparelho ligar para marcar o local de entrega.
No dia seguinte, novamente voltando do trabalho, só que de manhã bem cedinho, eis que ele acha uma certeira, cheia de documentos, vale alimentação e cerca de R$ 130,00 e uma das notas era uma cédula de R$ 100,00 verde e novinha e chegou a dar uma coceirinha na mão.
Contendo o  primeiro impulso de pegar a notinha tão chamativa, meu marido revistou a carteira e conseguiu encontrar o número de telefone da irmã do dono da carteira e fez contanto, avisando estar de posse da carteira.

Em tempos de achado não é roubado, ao invés de agradecermos pela sorte de ter achado um celular novo e uma carteira com dinheiro, prefiremos sentir a consciência tranquila a desfrutar de algo que não era nosso.
Dá uma sensação gostosa, fazer o bem, imaginar o desespero da pessoa em ter algo tão valioso como documentos pessoas perdidos e depois a sensação de alivio que ela sentiu em ter seus pertences recuperado.
E o mais importante: e se você comigo? Toda a ação que norteia a minha vida é baseada no princípio de tratar as pessoas como gostaria de ser tratada.
P.S: meu marido é policial militar no Rio de Janeiro há mais de 20 anos e eu tenho muito orgulho dele. Honra a farda e o lema "SERVIR E PROTEGER".

25 de out de 2010

Preciosa História de amor



A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..


A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.
Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos estarem  apresentando falências e de ter que recorrer a morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão  de cuidar de todos os detalhes.
Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva e toda a cerimônia e na festa também.O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher de quem ele foi namorado desde a adolscência.
Katie, sentado em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.

Katie, sentado em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.

Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar...
A felicidade sempre esta ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...
A vida é curta por isso,

Trabalhe como se fosse seu primeiro dia
perdoe rapidamente
beije demoradamente, ame verdadeiramente
ría incontrolavelmente
e nunca deixe de sorrir
por mas estranho que seja o motivo.
A vida pode não ser a festa que esperamos
mas enquanto estamos aqui, devemos sorrir e agradecer...


Recebi esta mensagem por e-mail. Boa semana a todos, sem nunca esquecer de agradecer por estar vivo!!!



23 de out de 2010

Histórias da vida alheia

Quem trabalha com o público já sabe, não tem como não ouvir mais coisas do que gostaria enquanto atende um cliente. Entre uma garfada e outra, entre uma cutícula e o esmalte, entre uma escovada e o calor do secador, profissional e cliente viram amigos íntimos e as confissões, muitas vezes nada indiscretas vão surgindo.
Em 1 ano trabalhando na Casa de lanches, que fica no andar de baixo da minha casa, sei mais sobre a vida dos vizinhos, do que nos 3 anos anteriores em que só acenava com as mãos quando passava.
Para vocês terem uma idéia, hoje dois clientes decidiram "abrir" seus corações e as duas histórias giravam sobre homossexualismo.
Na primeira, a cliente de seus  40 e poucos anos e com vários filhos, contou como esta sendo difícil que sua parceira aceite a separação e que dia desses, a sua ex-companheira a trancou no quarto por horas e lhe deu uma surra. Ela me contou este fato com toda naturalidade e na frente do filho de 8 anos, que já havia me confidenciado que quando crescer, pretende matar a "amiga" da mãe, que o espanca constantemente.
Na segunda história, já no final de expediente, um outro cliente de 17 anos, veio me confidenciar que é homossexual e que já teve vários casos com homens mais velhos. Aos 17 anos!!!
Tentei não fazer juízo de valor e no primeiro caso, deixei clara a minha opnião favorável ao fim do relacionamento, já que sempre temi pela criança, que é totalmente sem direção e com o futuro já comprometido. Sempre pelas ruas, com fome e agressivo e servindo de chacota para as outras crianças, enquanto a mãe ganha um direirinho suado e entrega nas mãos da parceira.

Muito bom ela estar tomado juízo e pensar agora no bem-estar do filho!
São tantas histórias que vejo e muitas vezes é díficil não me meter como neste caso, principalmente quando ha uma criança envolvida. As pessoas começarem a dizer que eu era mãe do menino, mas como não se condoer em ver uma criança em situação de risco?  Não perceber que a sua revolta e agressidade são a sua defesa? E não tomar partido?

22 de out de 2010

Quem não dá assitência, abre concorrência

Este texto é do Arnaldo Jabor e deixo para vocês julgarem o mérito da questão descrita abaixo. Será que toda mulher moderna é uma traidora em potencial!?

Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada e etc.

Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais: "corneado". Saiba de uma coisa... esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça ou, então, assumir seu "chifre" em alto e bom som.

Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos.

Mas o que seria uma "mulher moderna"?

A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante...

É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços...

É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda...

Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...

Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior:

VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", a menos que:

- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber - da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... bem...

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam em - e querem - fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade)...bom, nem precisa dizer que se não for com você...

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você...só que o prato principal, bem...dessa vez é a SUA mulher.

Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece...Quando você reparar... já foi.

- Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - "dar uma", para depois, virar pro lado e simplesmente dormir.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas...senão...

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência".

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso.

Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!
Arnaldo Jabor

21 de out de 2010

Como fazer seu homem perder a cabeça

Na história recente, para uma mulher satisfazer um homem bastava ela ser prendada, recatada e respeitadora.
Cuidar bem da casa, dos filhos e do marido eram resquisitos fundamentais de uma boa esposa e estripulias sexuais não faziam parte do pacote.
Com a emancipação feminina, alcançada arduamente e ainda em processo, ser uma boa esposa é bem mais complexo do que na época de nossas avós. Nos dias atuais, as mulheres não precisam se envergonhar de dar e sentir prazer e ao contrário dos velhos tempos é mais do que recomendável que homens e mulheres se deem bem na cama, chegando mesmo a ser essencial, para que o relacionamento de certo.
 Sem os tabus do passado, a mulher pode usar e abusar de seu poder de sedução e não é exagero dizer que o sonho de todas as mulheres apaixonadas é descobrir uma forma de fazer seu homem perder a cabeça e por que não, conquistá-lo definitivamente.
É claro que cada uma tem seu segredinho particular, sua receitinha de sucesso e para aquelas que querem descobrir "o caminho das pedras", no coraçao e no corpo do amado, vai agora uma dica, considerada infalível: criar a sua própria marca registrada. Que pode ser um beijo, uma carícia, enfim: algo que só você faz e que é capaz de levar seu homem a loucura.
Acha difícil inventar uma performance sexual personalizada? Tracey Cox, autora do livro Hot Sex: How To Do It (Sexo quente: como fazer isso), ensina truques para ajudá-la a chegar lá.
!. Investigue seus talentos
Uma amante não é muito diferente de uma atleta: para virar uma campeã, precisa identificar suas maiores habilidades e capitalizá-las. Se você é uma garota superflexível, por exemplo, tire partido disso.
2. Troque experiências
Busque inspiração conversando com os amigos íntimos sobre as histórias mais picantes deles.
3. Use seu corpo como laboratório
Como qualquer outra invenção, é preciso fazer testes e experimentos antes de apresentar sua descoberta sexual.
4. Ame seus métodos
Quanto mais você se sentir à vontade na sua performance, mais excitante será para ele. Então, só adote como assinatura erótica aquilo que você curte, e muito, fazer
Fonte: Revista Nova

18 de out de 2010

Aprendendo a ser madrasta

Certas coisas na vida são muito difícies e sair da solterice para a vida de casada foi uma delas.  Quando dei o grande salto, a pessoa que escolhi já veio com o "pacote" completo e de repente, além de ter que administrar as  delícias e conflitos da vida a dois, tive também que me adaptar a minha nova condição de madrasta.
No último post apresentei minha enteada e hoje vou contar um pouco as principais dificuldades que enfrentei nesta jornada. No meu caso, me envolver com um homem que já tinha filhos, foi mais ou menos como casar grávida e sem direito a lua-de-mel. Nem tive de tempo de curtir as delícias do matrimônio e já estava as voltas com uma criança de dois anos e cheia de receio de cometer alguma imprudência e despertar a ira de uma mãe ciumenta ou de um pai devotado.
Não sei se existe algum manual ensinando "como ser uma boa madrasta" e como não li nenhum, fui aprendendo na prática como lidar com as situações que minha enteada apresentava, tais como:
como deveria me chamar
o que eu era do seu pai
o que eu era dela
por que o pais dela haviam se separado
dizer que a mãe me detestava
por que eu não vou as suas festas de aniversário
Como explicar certas coisas a uma criança de 3 anos? Como nunca foi minha intenção tomar o lugar de ninguém, sempre deixei bem claro que ela poderia me chamar do que quisesse e desta forma, ela me trata pelo primeiro nome. Acho que o carinho não esta no título e sim no sentimento e assim, nada de tia, ou mãe fulana ou segunda mãe. Quanto ao que sou para ela, achei melhor que ela me tivesse como amiga e assim, virei sua melhor amiga mais velha e segundo ela própria, sou sua boa amiga.
A questão mais difícil de responder era por que os pais se separaram e o que dizer da sua  afirmação que a mãe me detestava?  E explicar que eu não seria bem-vinda nas suas festinhas?Foram saias justas que eu evitei polemizar, afinal já era muita informação na cabeça da criança.
Mesmo nós duas sendo "boas amigas", muitas vezes a convivência se tornou difícil e quando ela complentou quatro anos, muitas vezes pensei que eu não fosse segurar a barra. Confesso não estar preparada para lidar com uma crianaça mimada e cheia de vontades e um pai que se achava mais recreador do que educador e que achava melhor deixar as coisas correrem frouxa, já que segundo ele, pai de fim de semana não consegue impor limites.
Neste período eu me vi uma criatura totalmente estressada, constantemente desafiada por minha pequena enteada, que passou a me responder mal e pelo pai, que me olhava torto quando eu tentava corrigir algum comportamento da menina.
Sem manual, acredito que a vontade de ficarmos juntos foi o que nos levou a se adaptar, pelo menos no meu caso e aos 6 anos, já posso  dizer que minha enteada já é uma mocinha e se comporta bem melhor e meu marido já não se ofende quando preciso repreender a menina.
Eu também amadureci bastante, já não sinto tanta necessidade de atenção e apesar das dificuldades esta valendo a pena.
Hoje sou melhor do que ontem e amanhã serei melhor que hoje.


13 de out de 2010

Final de semana de festa Havaina e passeio com a famíla

Já revelei aqui neste blog que não gosto de fotos, por total incompatibilidade com as lentes da câmera, acredito que ela me deforma, não me valoriza e é muito indiscreta, sempre revelando meu defeitinhos. Mas hoje decidi postar umas fotinhas, bem poucas, já que a maioria foram censuradas, não revelavam meu melhor ângulo, sei é que vocês me entendem...kkkkk

No domingo fui numa festinha havaiana, maridão como sempre estava cansado e prefiriu ficar em casa. Confesso que não tinha o que usar e mesmo correndo o risco de parecer um dos adereços, me arrisquei e tentei entrar no clima tropical.
eu e a aniversariante
No feriado trabalhei, mas na parte da manhã fiz um rápido passeio com meu marido e minha enteada, que tem 6 anos e esta sempre dizendo que eu trabalho demais. Antes da Casa de lanches sempre íamos a todos os lugares juntos e claro que a maioria das pessoas achavam que ela era minha filha.




Bem pertinho da minha casa existe um piscinão e todos os fins de semana a várias atividades para a s crianças e no dia delas não foi diferente. Mas apesar do pula-pula, escorrega, balanços, cangorra e outras brincadeiras, minha enteada só queria saber de catar conchinhas. E a cada uma que encontrava era uma farra, demos até nomes para ela.

Aproveitei o raro momento de lazer e dei uma descansada:



Apesar de não confiar em entrar na água do piscinão, a área de lazer é ótima e oferece aos moradores caminhada, ginástica, hidro, tai chi, futebol, vólei e após um longo período fechado por má administração do governo, ora pertencia a prefeitura, ora ao governo federal, o impasse terminou, várias obras foram feitas e todos puderam voltar a desfrutar de suas instalações.

Tô dodói

Olá meninas e menino,
o dia de ontem começou muito agradável, mas foi passando o dia e no final da tarde estava com dor de garganta e febre.


Meu marido achou que meu estado era muito grave, já que deixei o lanche pela metade e só a eminência da morte me faz dispensar comida kkkkk.
Tive uma noite de cão, totalmente em claro, todo meu corpo dóia, mas agora já estou me sentido melhorzinha.
Só a vontade de ficar na cama é grande e durante a tarde tirei um sono e agora já estou no batente.
Queria ter postado ontem as fotinhas do feriado, mas fica para outro dia.
Hoje vou colocar a leitura do blog de vocês em dia.
P.S: resolvi o problema do blog, exclui o que tnha feito para casa de lanches e criei outro com novo endereço de e-mail, depois post aqui. Obrigada a todos que comentaram.
bjs

10 de out de 2010

Socooooro!

Acabei de criar um novo blog, este exclusivo para divulgar minha casa de lanches e agora estou cheia de dúvidas.
Quando se tem mais de um blog, usa-se o mesmo perfil? Quando comecei a fazer as alterações no blog novo o certas coisas também se alterou e agora, o que eu faço?
Desfiz as alterações, mas não quero que o segundo blog contenha as informações do primeiro, se não tiver como ser assim, posso excluir este blog e criar um outro independente?
Por favor, me ajudem!!!!
Bjs, Paula Li.

8 de out de 2010

O fenômeno da internet


Certas coisas me deixam com a pulga atrás da orelha. Eu acredito que a internet se tornou um fenômeno justamente por esta especificidade (ui, aprendi esta palavra na faculdade e ainda não havia tido a oportunidade de usá-la aqui!) produzir fenômenos.
Se a velocidade da informação e a capacidade de comunicação surpreende até a nós produtos deste meio, o  achariam nossos ancestrais, diante de tamanha evolução e revolução tecnólogica?
Dias desses ganhei uma nova seguidora, que disse ter gostado muito do meu blog e que era para eu visitá-la e se gostasse, segui-la também, aquela praxe de sempre. É muito lisonjeiro ganhar seguidores e ao me direcionar para o blog dela para agradecer a visita, me surpreendi com o seu número de seguidores: na data eram mais de 700 e o blog dela  foi criado no dia 15 de junho de 2010, pasmem vocês. 
 Hoje, uma semana depois desta visita, já são mais de 860 seguidores e eu com o mesmo tempo de blog estou na lanterninha com 29 seguidores.
É por este motivo que estou considerando a Simara, do Blog plantão da beleza o novo fenômeno da internet. 
No seu perfil, muito sucinto, ela se descreve como cabelereira, manicure e artesã e com a minha alma de repórter investigativo, deu uma geral nas suas postagens, mas não encontrei nenhum post pessoal, ela basicamente posta sobre dicas de beleza.
Confesso que estou curiosa para saber mais sobre a Simara, o que a levou a escrever o blog e quais são seus sonhos e objetivos. 
Do jeito que a coisa caminha, na semana que vem ela terá conquistado 1000 seguidores em menos de 5 meses, sonho de muitos blogueiros. 
Acredito que a receita para este sucesso meteórico seja seguir uma infinidade de blogs e pedir cariosamente retribuição pelo gesto.
Quanto a mim e a meu blog, estou muito satisfeita com meus 29 seguidores, que na prática devem ser uns 10, já que muitos não comentam e eu não tenho pretensão nenhuma quanto aos números.Não fico em busca de blogs para seguir e jamais pedi que retribuissem meu gesto. Gosto que as coisas caminhem suavemente e sem pressão.
Estou super satisfeita com o blog do jeitinho que ele está e para mim não tem preço poder exprimir o que sinto e exercer todas as profissões que admiro: jornalista, escritora, psicóloga, conselheira, amiga...


7 de out de 2010

Histórias de vida - adoção

Olá meninas, ontem eu fui comprar peixe para o almoço e acabei realizando um sonho e ao mesmo tempo conhecendo uma história de vida linda. Na postagem de 1 ano da casa de lanches, comentei que meu próximo passo seria vender sorvete self-service e graças a idá a peixaria, vou realizar meu desejo mais rápido do que poderia imaginar. Como assim!? Quando inaugurei a Casa, a grana era super curta e eu comprei várias coisas de segunda mão e me dei mal. Só para terem uma idéia, o frezzer capenga que adquiri, além de gelar pouco, consumia muuuuuuuuuuita energia. Assim, para evitar prejuízos, acabei decretando a sua aposentadoria e parei de vender pícole.
Com a proximidade do verão, precisava urgentemente resolver o problema e eis que o dono da peixaria tinha um frezzer do jeitinho que eu queria para vender e conseguimos fechar negócio. Ele me cobrou R$ 1,000.00 e aceitou parcelar em 3 vezes, se fosse comprar na loja,  seria uns de R$ 2,500.00 e como dei o meu caidinho para ele, o frezzer saiu por R$ 800,00. Amanhã mesmo já vou inaugurá-lo, depois posto a foto da belezinha!!!
Durante a tensa negociação, acabei sabendo mais da vida do peixeiro e me emocionei com os fatos narrados. Ele contou que tinha uma única filha de quase três anos, que havia sido casado por 10 anos, mais a menina era do segundo casamento e adotada.
Segundo ele, uma vez sua irmã, que é agente de saúde, ligou perguntando se eles queriam adotar uma criança e eles prontamente aceitaram. A mãe da minha estava grávida pela terceira vez e não queria a criança de forma alguma.
Ele e a esposa acompanharam a gravidez de perto, preparam o quartinho de rosa e foram para a maternidade receber a criança. Para ele este foi o pior momento, separar mãe e filha e passados alguns anos ele ainda sofria com esta cena. Depois de levada a menina para casa, a mãe se arrependeu e quis a criança de volta. 
Ele achou que ela tinha todo o direito e pediu para a esposa devolver. Assim fizeram e tempos depois viajaram durante 45 dias e quando retornaram lá estava a mãe querendo devolver para eles a criança novamente. Eles aceitaram e tempos depois a mãe se achou no direito de reaver a menina.
 Neste momento, o proceso de guarda já corria na justiça e o juiz foi taxativo: criança não é joguete e decretou a guarda para os pais adotivos.
O dono da peixaria me contou esta história com os olhos brilhando, feliz da vida em ter sua pequena filha junto de si. E já faz planos para adotar novas crianças, pois segundo ele, nunca se viu pai biológico, mas em sonhos, sempre se via adotando uma criança, do jeitinho que aconteceu.
Foi lindo ouvir aquele homem já gasto pela vida, apesar de ter ainda 45 anos, demonstrar tanta docura por amor à uma criança. E abençoada é esta pequena, que encontrou pais genenrosos e que a querem verdadeiramente.
Como a segunda esposa já tinha dois filhos, agora ele é um orgulhoso pai adotivo de três crianças.

6 de out de 2010

A fofoca


Fofoca é uma coisa horrorosa e alimentar certos comentários também. Lembro que quando estava na faculdade uma fulana inventou que me viu beijando um colega de turma, que ficava com uma colega nossa e o fato quase terminou em barraco. Mas hoje não vou falar das falhas alheias e sim das minhas.
A minha melhor amiga tem uma irmã mais nova, que digamos é um tanto namoradeira e ela certa vez me contou que "ouviu" dizer que um colega de profissão do meu marido tinha o "bilau" pequeno. E para incrementar o enredo da história, meu marido já tinha me contado que esse mesmo colega havia  dito que essa irmã da minha amiga, "estava na pista para negócio".

Todo mundo que faz fofoca acha que não esta agindo mal e comigo não foi diferente.Conversei com minha amiga sobre o que estavam dizendo sobre sua irmã, já que sempre tentamos aconselhá-la para que seja menos desinibida.

Para que fui me meter na história! Minha amiga ficou uma fera com a irmã, que ficou uma fera com o cara e quando o encontrou disse poucas e boas, inclusivo que ele "tinha o "bilau" pequeno, etc, etc...  
Meu marido quando soube da confusão toda, ficou uma fera comigo e disse que jamais me contaria nada, que eu era língua de sabão, etc, etc...
E para me deixar ainda mais envergonhada, ele pediu desculpas ao colega e toda vez que o vemos na rua ele cochicha no meu ouvido:"lembra de fulano...é aquele que você fez a fofoca...
Juro por Deus, minhas amigas, nunca passei tanta vergonha na vida! Mas aprendi a lição: a palavra vale prata e o silêncio vale ouro!!!

5 de out de 2010

Verdades e mentiras

Ontem a noite estava zapeando os canais de Tv a cabo, quando me deparei com o filme Dúvida. Já havia assitido em DVD, mas meu marido não e apesar do filme já estar quase terminando ele se propôs a assitir e acabou comparando com a história do filtro triplo, o que me deu a idéia de escrever este post, já que infelizmente muitas vezes somos vítimas ou protagonistas de inverdades.

Sinopse do filme:  O ano é 1964 e o cenário é a escola St. Nicholas, no Bronx. O vibrante e carismático padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), vem tentando acabar com os rígidos costumes da escola, que há muito são guardados e seguidos ferozmente pela irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), a diretora com mãos de aço que acredita no poder do medo e da disciplina. Os ventos das mudanças políticas sopram pela comunidade e, de fato, a escola acaba de aceitar seu primeiro aluno negro, Donald Miller. Mas quando a irmã James (Amy Adams), uma freira inocente e esperançosa conta à irmã Aloysius sobre sua suspeita, induzida pela culpa, de que o padre Flynn está dando atenção exagerada a Donald, a irmã Aloysius se vê motivada a empreender uma cruzada para descobrir a verdade e banir o padre da escola. Agora, sem nenhuma prova ou evidência, exceto sua certeza moral, a irmã Aloysius trava uma batalha de determinação com o padre Flynn, uma batalha que ameaça dividir a Igreja e a escola com consequências devastadoras.
O título do livro é totalmente pertinente a história, e todo o seu desenrolar, basea-se apenas na dúvida da rigorosa freira e diretora da escola e para o telespectador fica também a dúvida: o padre estava ou não assediando o menino? Neste caso, cabe o julgamento de cada um. Trazendo para a vida real, muitas vezes também não levantamos dúvidas e julgamos sem ter certeza?
Outro dia uma conhecida não achava sua máquina fotógrafica e como recebeu uma visita, a dúvida logo recaiu sobre a pessoa. Dias depois ela achou a máquina dentro de casa e ficou constrangida de ter semeado a dúvida.
Neste momento não lembro de já ter feito alguma acusação infundada, mas ajudar a espalhar um boato, quem nunca fez? Por mais que nos policiamos, muitas vezes perdemos o discernimento e quando vemos, lá estamos ajundando a espalhar uma fofoca. Essas atitudes, que podem parecer inofensivas, podem ter graves consequências e a história do Teste do Filtro Triplo pode ser um grande aliado na hora de decidir o que devemos passar a diante ou não.
Teste do Filtro Triplo (Sócrates)

Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito estimado pelo seu elevado conhecimento.
Um dia, um conhecido do grande filósofo aproximou-se dele e disse:
- Sócrates, sabe o que eu acabei de ouvir acerca daquele teu amigo?
Então, Sócrates respondeu:
- Espere um momento. Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o "Teste do Filtro Triplo".
- O que e isso, Sócrates?
- Antes que me fales do meu amigo, talvez fosse uma boa idéia parar um momento e filtrar muito bem aquilo que vais dizer. A isso chamo de Filtro Triplo.
E continuou: - O primeiro filtro é a VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?
O homem, balbuciante, respondeu:
- Não; o que acontece é que eu ouvi dizer que...
E Sócrates fuzilou:
- Bem, se é assim, não sabes se é VERDADE. Passemos então ao segundo filtro, que é a BONDADE. Responda-me agora: o que me vais dizer sobre o meu amigo é algo bom?
- Não, muito pelo contrário...
- Então, queres dizer-me algo mau sobre ele e, ainda por cima, nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes pelo terceiro filtro, que é a UTILIDADE. Por isso, me esclareça: o que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?
- Não, acho que não...
E assim Sócrates concluiu:
- Bem, se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para que dizer-me?

No próximo post, contarei a minha experiência pessoal com uma fofoca e o constrangimento que sinto até hoje quando me lembro. FOFOCA NUNCA mais!!!
     

4 de out de 2010

Marido comTPM


As vezes ouço algumas mulheres comentando sobre a falta de diálogo com os maridos, que eles chegam do trabalho e não perguntam como foi o dia delas e nem contam sobre o dele e que sentam em frentre a televisão e ficam mudos.
O meu já é completamente diferente, ele é animado e comunicativo, adora comentar sobre o seu dia-a-dia e até telefone para contar sobre algum fato corriqueiro e segundo ele, aprendeu a ser "fofoqueiro" comigo.
Mas tem dias que bate a TPM nele e aí fica quieto, murchinho e com cara de poucos amigos. No início da relação essa situação me incomodava bastante, eu achava que havia feito algo errado ou que ele estava se desinteressando de mim. Coisa de mulher boba, imatura, insegura e apaixonada.
Eu perguntava o que estava acontecendo e ele sempre dizia que não era nada comigo, mas nunca explicava o que se passava na cabeça dele. Aquilo me angustiava, eu estava acostumada com um papagaio e de repente estava diante de uma mula. E quanto mais eu perguntava o que esta acontencento, mas ele ficava invocado.
Com o tempo fui aprendendo a lidar com a situação e quando ele fica "naqueles dias", eu fico na minha, deixo ele curtir sua "fossa", sem perguntar a cada 2 minutos o que está acontecendo.
Depois de 1 dia ele costuma voltar ao normal e o mais engraçado é que eu não tenho os sintomas clássicos de TPM, não sinto cólicas e raramente apresento mudanças de humor.
Na vida a dois, o mais difícil é saber respeitar o espaço do outro, mas quando você aprende essa regrinha básica, as coisas fluem com muito mais harmonia. E não podemos nos esquecer: enquanto nós mulheres gostamos de externar o que estamos sentindo e adoramos  abrir nosso coração, os homens são mais reservados e lidam com os sentimentos e as adversidades de forma muito mais particular.   

2 de out de 2010

O valor das pequenas coisas


Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção, não sou nem educado, nem cristão.
Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo.
Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo.
Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido.
Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu.
Em cada omissão que prático, rasgo uma folha do evangelho.
Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste.
Em cada oração que não faço, eu peco.
Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora.
Em cada fofoca que faço, eu peco contra o silêncio.
Em cada pranto que enxugo, eu torno alguém mais feliz.
Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida.
Em cada espinho, que finco, machuco algum coração.
Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão.
Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém.
Roque Schineider

Bom final de semana!